segunda-feira, 29 de julho de 2013

Trailers #01 - Mr. Morgan's Last Love

Hoje estreia aqui no blog um novo quadro, que se intitula Trailers, onde basicamente apresentarei algum trailer de algum filme que ainda está por vir, comentarei e darei algumas informações sobre o filme.

O primeiro trailer apresentado no bloco será o trailer de Mr. Morgan's Last Love, filme de Sandra Nettelbeck, baseado no livro La Douceur Assassine de Francoise Dorner. O trailer está abaixo:


O filme estreará em Agosto de 2013 na Alemanha, e não se tem informações de quando vai estrear no Brasil.

No filme, pelo que parece no trailer, um velho professor viúvo (Michael Caine) que mora em Paris conhece uma jovem francesa (Clemence Poésy), por quem se apaixona. Diante dessa paixão, ele terá que enfrentar alguns desafios para que ela se realize.

Pelo que parece, um dos desafios que o professor vai ter que encarar é a não satisfação do seu próprio filho (estou me baseando na minha compreensão sobre o trailer), que parece não aprovar tal relacionamento. No trailer, vemos que professor conhece a jovem num ônibus, quando essa ajuda ele, após uma quase queda. Após referido acontecimento, eles começam à se aproximar, e o professor começa a ver qualidades de sua esposa na garota, e ele até chega a entrar em aulas de dança para ficar perto dela.

Pelo trailer, podemos ver que o personagem de Michael Caine passa de uma fase de possível depressão para felicidade e esperança. A tal mudança de sentimentos é demonstrada no trailer em vários momentos, um que chama mais atenção é quando o professor faz a barba, (sinônimo de depressão e abandono na cultura Pop), além das já citadas aulas de danças, onde podemos ver claramente felicidade.

As cenas dos trailers passam sob a incrível trilha sonora de Hans Zimmer. Como um fã de Sir. Michael Caine não posso deixar de falar que sua atuação no trailer me agrada muito, já passando grande emoção mesmo com tão pouco tempo de duração. E, também me agrada que Clemence Poésy, conhecida como Fleur Delacour da série Harry Potter, esteja tendo destaque no mercado cinematográfico francês.

O trailer chega ao fim trazendo a mensagem de "It is never is too late to live.", que significa "nunca é tão tarde para viver". Não sabia nada sobre tal filme, só tinha ouvido falar que Michael Caine faria um filme com Clemence Poésy, mas agora arrisco em dizer que, esse filme provavelmente pode concorrer ao Oscar, por Melhor Filme, e talvez até para Melhor Ator.

E, então, o que achou do novo bloco? Tem ideias para novos blocos ou mesmo para esse? Comente aqui e, espalhe para seus amigos!

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Crítica: Liga da Justiça: A Legião do Mal (Justice League: Doom) - 2012



Pegando o embalo de ontem, decidi ver mais uma animação da DC. A crítica de hoje é sobre Liga da Justiça: A Legião do Mal, animação produzida por Bruce Timm, baseada na saga das HQs, Torre de Babel. Na animação, após roubar dados do computador de Batman, Vandal Savage reúne vários vilões para combater a Liga da Justiça.

Há várias diferenças fundamentais da HQ que se baseia. Por exemplo, na animação, o Lanterna Verde que está na Liga da Justiça é Hal Jordan, já na HQ é Kyle Rayner, e o Flash também é diferente. Enfim, como já dito antes, quem produz a animação é Bruce Timm e, isso faz uma diferença enorme. Por começar dos traços, que respeitam o filme anterior, Liga da Justiça: Crise em Duas Terras e, são realmente muito bons, diferente da animação, que foi alvo da crítica de ontem.

A história é bem interessante, apresentando vários vilões, alguns conhecidos como Bane, Mulher Leopardo, e outros nem tanto como o Homem Espelho ou o Metallo. Mas, é sempre divertido ver vários membros da Liga da Justiça lutando ao mesmo tempo contra vários vilões. Assim como a maioria das animações do Universo Animado DC, ela é bem curta, mas cumpre o que promete nesse pouco tempo. O decorrer da história é mais para as estratégias de Batman que para ação, que fica mais para o final, que é realmente meio confuso e, muito, muito estranho.

Esse filme, pode ser considerado como um filme do Batman, pois ele é o personagem de maior destaque. Nesse filme, podemos ver como o Batman é o membro mais brilhante e inteligente da Liga da Justiça. O final tem um tom dramático, com a entrada de um membro à Liga da Justiça, e a saída de outro. Em alguns certos momentos, você pode discordar com as atitudes de Batman, mas no final, com uma frase dele, você dá a razão pra ele.

Nota: 8.4

Tabela de Informações



Data de estreia: 28 de Fevereiro de 2012 (EUA)
Duração: 75 min
Direção: Lauren Montgomery
Produção: Alam Burnett, Sam Register, Lauren Montgomery, Bruce Timm
Roteiro: Dwayne McDuffie, Mark Waid
Distribuição: Warner Bros. Animation


quinta-feira, 25 de julho de 2013

Crítica: Superman: Sem Limites (Superman: Unbound) - 2013


E, pela primeira vez, teremos aqui no blog uma crítica de uma animação. Eu estou tendo alguns problemas com o blog, não sei se é culpa da minha internet ou coisa parecida. Então, eu gostaria de pedir que se alguém leu isso, por favor, comente.

Indo à crítica, vamos falar hoje sobre Superman: Sem Limites, animação original do Universo DC Animado. Diferente da maioria, se não todos as outras animações da DC, Bruce Timm não teve nenhuma relação com Superman: Sem Limites. Talvez, isso tenha influenciado o resultado. Apesar de ser boa, é a pior animação da DC que eu já vi.

Baseado no famoso arco de histórias de quadrinhos Superman: Brainiac, que conta quando o Homem de Aço vai atrás de Brainiac, quando descobre que esse costuma capturar cidades de vários planetas, e guardá-las em sua nave, e logo após, destrói os planetas. Quando Brainiac vai à Terra, Superman e sua prima, fazem de tudo para impedi-lo.

Na animação, a história é a mesma, mas o desenvolvimento e o final são muito, mas muito diferentes. No quadrinho, ao final da história, há até uma morte, muito importante para todo o universo DC e, na animação, isso não acontece.

Com Guilherme Briggs como dublador do Superman, a animação tem vozes tradicionais das animações DC, o que é bom, se contar pela dublagem de personagens como o próprio Superman, a Supergirl, Lois Lane e Jimmy, mas em relação à outros coadjuvantes, não é tão bom. Outra coisa péssima do filme são os traços, que são meio triangulares, magros. Eles tiram muito da personalidade "quadrinesca" da animação. Não sei explicar ao certo, mas incomoda. Parece que estamos vendo um jogo de videogame antigo, como o primeiro Tomb Raider. Talvez esse traço tenha me deixado incomodado e, tenha me feito gostar menos do filme. 

A história, em si, é muito boa, mas num filme animado, nem tanto. Talvez por causa da falta de ação, ou por causa da animação ruim (quando digo animação, não me refiro ao filme animado e, sim a animação, os movimentos dos personagens, etc), os movimentos são muito limitados, além de muitos erros de animação. Há um momento em que vários robôs de Brainiac atacam o Superman e, ele com um raio laser, se defende de todos. Nesse momento, os robôs no ar, parecem ser apenas bonecos, que são arrastados, ficando em uma só posição, sem fazer movimentos mais realistas. Além de outras cenas, como quando Superman, preso na cidade de Krypton quebra o chão com socos. Segundos depois, o chão está totalmente intacto. Além de vários outros erros e falhas de animação.

Algo que me incomodou também, que acho que também ocorreu na HQ, é o Superman ter seus poderes fora da Terra. Pelo que entendo de quadrinhos e, de Superman, ele só tem seus super poderes por causa da atmosfera da Terra, por causa de outras leis da Terra e, obviamente, por causa do Sol amarelo. Então, acho que quando ele está longe do Sol e não está na Terra, ele não deveria ter poder. Isso eu realmente não sei. Mas, se alguém souber, por favor, me fale.

Concluindo então, o filme Superman: Sem Limites é uma boa diversão, mas provavelmente é a pior animação da DC.

Nota: 7.9 

Tabela de Informações

Data de estreia: 7 de Maio de 2013 (EUA)
Duração: 75 min
Direção: James Tucker
Produção: Alam Burnett, Sam Register, James Tucker
Roteiro: Gary Frank, Bob Goodman, Geoff Johns
Distribuição: Warner Bros. Animation
 
Para mais informações sobre Superman: Sem Limites, clique aqui (link em inglês).



quarta-feira, 24 de julho de 2013

Vídeos: A Origem (Inception) - Top 15 Cenas


Esse é o primeiro post diferente do blog, pois não é nenhuma crítica, apesar de se tratar de cinema.

Esse post estreia a série Vídeos, que obviamente se tratará de vídeos que, eu postarei aqui. No primeiro post sobre vídeos, estarei apresentando um vídeo feito por mim há mais ou menos um mês. Após assistir o filme A Origem (Inception) de Cristopher Nolan, eu criei um Top 15 das cenas do filme e, postei no meu canal. Então, confiram abaixo:

O VÍDEO APRESENTA SPOILERS, OU SEJA APRESENTA REVELAÇÕES E INFORMAÇÕES IMPORTANTE SOBRE O ENREDO DO FILME




Se gostaram, comentem, curtam o vídeo e, se inscrevam no meu canal. Assim, além dos posts que farei aqui, você ficará sabendo do vídeo na sua página do Youtube.

terça-feira, 23 de julho de 2013

Crítica: O Cavaleiro Solitário (The Lone Ranger) - 2013



Do trio Gore Verbinski, Jerry Bruckheimer e Johnny Depp, responsável pela trilogia Piratas do Caribe, chegou aos cinemas no dia 12 de Julho, a aventura western O Cavaleiro Solitário.

O faroeste da Disney é protagonizado por Armie Hammer (do fraco Espelho, Espelho Meu) que interpreta o personagem título e Johnny Depp, que interpreta o índio Tonto, ajudante do Cavaleiro Solitário. Como todos esperavam graças à trailers, pôsteres e fotos, quem se destaca é Johnny Depp, que cópia ou não de Jack Sparrow, está espetacular atuando. Com mais um personagem, digamos "louco" para a sua lista, ele arrasa, apostando em suas caras e bocas e, no seu jeito meio bêbado. Armie Hammer está bem no papel principal, mas não o suficiente para tirar a atenção de Depp. Isso é uma coisa interessante no filme. Durante a narrativa, não se vê realmente um personagem principal. Quando a dupla não está junta, as cenas são bem divididas para os dois personagens.

Na trama, o homem-da-lei John Reid (Armie Hammer), deixado para morrer numa emboscada com cinco outros Texas Rangers, é tratado pelo índio Tonto (Johnny Depp). Ele então passa a usar a máscara do Cavaleiro Solitário para vingar o assassinato de seus camaradas e levar justiça aos malfeitores.

Nessa narrativa, diversos personagens coadjuvantes, como Cavendish (William Fichtner), Cole (Tom Wilkinson), Red (Helena Bonham Carter), entre muito outros são incrementados. Infelizmente, alguns são realmente inúteis, como é o caso da Red, que tem uma ótima interpretação e, dá um charme para o filme, mas, é inútil. Já que falamos de coadjuvantes, teremos que voltar à inevitável comparação com Piratas do Caribe: existem dois capangas vilões que são iguaizinhos a dupla da série de piratas, até o fato de em uma cena se vestirem de mulher, além da fisionomia e o jeito.

Sem dúvida alguma, as melhores partes do filme são o começo e o fim, que são os momentos com ação. No começo, a ação se dá em trens, onde Reid e Tonto lutam juntos contra bandidos que querem libertar Cavendish, o bandido, da prisão. Depois da ação e, tal, vêm o meio, que é quase totalmente parado. Nele se desenvolvem a história, que possuem reviravoltas desnecessárias e totalmente previsíveis. Mas, não chega a ser tedioso, pois ainda há cenas de ação e, descobrimos um pouco do passado do índio, que apesar de não dar quase nenhum acréscimo à narrativa, ainda é muito interessante. Para esquentar o público para o final, há uma pequena e curta guerra entre índios e soldados. E, então, tudo se encaixa para o final, que é realmente incrível. Com várias cenas de de ação novamente com trens e, com efeitos impecáveis, o filme se despede com uns 15 minutos de ação, com um fim realmente interessante, fechando o ciclo de 2 horas e 30 minutos, tempo total do filme, que não atrapalha o resultado do filme. A ação é tão interessante que você apesar de achar muito boa, fica querendo ver mais. 

Apesar de ser um filme de ação e aventura, o humor é algo predominante no filme. A comédia está quase sempre presente no filme, o que pra muitos foi horrível, mas na verdade foi muito bom. O humor estava em cima do atrapalhado Cavaleiro Solitário e, de seu cavalo, que aparecia em lugares muito estranhos. Novamente se referindo à Piratas do Caribe, o humor é construído da mesma forma. Principalmente pelo personagem do Johnny Depp. Se não gosta de aventura, saiba que vai sair do cinema, com lembranças de pelo menos, boas risadas.

Apesar de reviravoltas e personagens desnecessários, o filme entra para os meus favoritos. Não sei se é por que gosto do Depp e da Carter, mas adorei esse filme. Infelizmente, não poderei ver uma sequência, já que o filme está sendo chamado de "John Carter de 2013", isto é, um fracasso comercial para a Disney. Afinal, o filme custou altíssimos US$250 milhões de dólares, se tornando um dos 10 filmes mais caros da história do cinema, e ainda não chegou a tal quantia. Provavelmente ele não vai conseguir se recuperar na venda de DVDs, já que agora, quase ninguém compra (bom, eu comprarei o meu). 
 
Nota: 9.4 


Tabela de Informações


Data de estreia: 12 de Julho de 2013 (Brasil)
Duração: 149 min
Direção: Gore Verbinski
Produção: Jerry Bruckheimer, Johnny Depp, Eric Ellenbogen, Ted Elliott, Eric McLeod, Chad Oman, Terry Rossio, Mike Stenson e Gore Verbinski 
Roteiro: Justin Haythe, Ted Elliott, Terry Rossio
Distribuição: Walt Disney Pictures


Para mais informações sobre O Cavaleiro Solitário, clique aqui (link em inglês).


segunda-feira, 15 de julho de 2013

2 Anos sem Harry Potter


Há exatamente dois anos atrás, no dia 15 de Julho de 2011, chegava aos cinemas um dos filmes mais esperados de todos os tempos. Chegava ao fim uma saga, chegava ao fim uma era.

Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2 chegou para tristeza e alegria dos fãs. Tristeza por que tinha acabado a saga que eles acompanhavam desde dez anos antes, alegria por que finalmente veriam nas telas o final do provavelmente melhor livro da saga, Relíquias da Morte.

Depois daquele dia, os fãs nunca mais iam ficar ansioso para o próximo filme. Não ficariam malucos na internet procurando pôsteres e trailers sobre o próximo filme. A magia tinha acabado. Ou será que não?

Desde o fim dos filmes, muitos boatos saíram sobre futuros livros de Harry Potter que, provavelmente virariam filmes depois. E, a autora dos livros, J.K Rowling não negou. Ela nunca disse que não escreveria um oitavo livro sobre a história do bruxo. Então, ainda há uma esperança. Vale lembrar também que além dos sete livros principais da saga, também houveram três livros complementares, que falavam sobre o mundo bruxo, além de livros contando sobre a saga no cinema. Também vale lembrar que J.K escreveu dois livros após o fim da saga, que não são relacionados à ela, eles se chamam Morte Súbita e The Cuckoo's Calling (livro que ela escreveu sobre pseudônimo).

Não sou suspeito à falar da emoção de ficar esperando pelos filmes, por que só virei um verdadeiro fã após o lançamento do último filme. Depois de 2011, busquei todo possível conhecimento sobre a saga e, agora, como milhões de outras pessoas, sou Potterhead. Antigamente, eu via Harry Potter apenas como um filme normal, tendo visto apenas os três últimos filmes no cinema. Mesmo só levando como um filme normal, sempre me simpatizei com um personagem, que se chama Severo Snape. Ainda é meu personagem favorito, e foi dele a palavra que ainda está em nossos corações e, reflete por quanto tempo Harry Potter vai permanecer em nossos corações: "always". 

Mesmo hoje, depois de dois anos do "fim" da saga, ainda podemos ver todos os fãs fiéis, como se um filme fosse lançar daqui a um ano, ou dois, ou mais anos. Como dizem por aí, Harry Potter só vai acabar quando o último coração Potterhead parar de bater.




Until the very end

domingo, 14 de julho de 2013

Crítica: Escola de Rock (The School of Rock) - 2003



Em comemoração ao Dia Mundial do Rock, que aconteceu ontem, 13 de julho, eu baixei o filme Escola de Rock (The School of Rock), mas infelizmente não consegui ver. Então, hoje, um dia depois, tomei coragem e, vi esse filme, que há muito tempo queria, mas não tinha "tomado coragem".

O filme é estrelado por Jack Black, (personagem inútil no filme que foi assunto da primeira crítica que você pode ver, clicando aqui), que faz o papel de um roqueiro que, após ser expulso de sua banda, assume o nome de seu amigo nerd para ser o professor substituto em uma escola, onde ele começa a ensinar rock para os alunos e, acaba enganando eles, para que eles participem de uma competição de bandas.

Obviamente, o filme se desenrola com a história do professor ensinando os alunos, e se tornando uma pessoa melhor. Provavelmente você já viu algum filme com essa história. Mas, esse é diferente. O motivo é óbvio, está no nome do filme. O filme é banhado com uma trilha sonora cheia de clássicos do rock. Temos Led Zeppelin, AC/DC, entre outros. Tenha certeza que para você aproveitar o filme e, sentir verdadeiramente a emoção, você tem que gostar do Rock e, ter pelo menos ouvido falar dessas duas bandas que acabei de citar. Mas, se você gostar de outros estilos de música, também vai gostar do filme, mas não vai sentir tanta emoção quanto os roqueiros.

Jack Black está muito bem no papel, e também canta muito bem, assim como todos os coadjuvantes. A maioria das crianças nunca tiveram contato com o teatro, mas já tinham contato com a música. As crianças estão muito bem, cantando, interpretando ao todo, mas, é claro que tem a que se destaca. Ela é ninguém menos que Miranda Cosgrove! Sim, a Carly de iCarly, que possuía apenas 10 anos. Não é de se admirar um pouco menos que um ano depois, ela estava no elenco de Drake e Josh e, depois de mais três anos, protagonizava um seriado. Enfim, a maioria das outras crianças não tiveram sorte ou vontade e, não continuaram no cinema.

O filme mostra como é o verdadeiro espírito do Rock, seus objetivos, suas intenções com a sociedade, e o modo de curti-lo, além de cenas onde o combate contra o preconceito está presente e, o otimismo vence.

A história tem clichês básicos de filmes assim, mas nos surpreende bastante vezes, ainda mais no final, que é muito divertido e, é a melhor parte do filme. Falando em partes do filme, aguardem, que daqui a pouco ou talvez amanhã, postarei um vídeo aqui com meu Top 15 ou top 10 de cenas do filme.

Nota para o filme: 9.0

Tabela de Informações

Data de Estréia: 3 de Outubro de 2003
Duração: 108 Minutos
Direção: Richard Linklater
Produção: Scott Aversano, Steve Nicolaides, Scott Rudin
Roteiro: Mike White
Distribuição: Paramount, Buena Vista

Para mais informações sobre Escola de Rock, clique aqui (link em inglês).







Prévia: Harry Potter Caboclo



Provavelmente, algumas pessoas estranharam o título dessa postagem, outros talvez pensaram o certo, mas acreditaram que não era o certo (?). 

Bom, como a maioria intelectual deve saber, Faroeste Caboclo é uma música da banda Legião Urbana, escrita por Renato Russo. A música que possui um pouco menos de 10 minutos foi e, ainda é um grande sucesso na boca do povo, e recentemente ganhou a versão para os cinemas, que vocês podem encontrar ainda em alguns cinemas. 

Enfim, tudo bem, sabemos o que é Faroeste Caboclo, mas o que Harry Potter tem a ver com isso? Bom, é que baseado numa ideia de um vlogger brasileiro, que criou uma versão de Faroeste Caboclo de modo gamer, eu comecei a escrever uma versão de Faroeste Caboclo com a história de Harry Potter. Sim, isso mesmo. Uma versão de Harry Potter. Eu não acabei ainda, afinal, é uma música de pouco menos de 10 minutos, então, não é nada fácil. Mas, eu já escrevi o começo e o final, agora tenho que dividir os 7 livros e, os oito filmes para caberem nesse espaço. Então, abaixo está uma prévia:


Era uma aberração
O tal Harry Tiago Potter
Era o que todos diziam
Quando ele apareceu
E trouxe consigo uma marca na testa
A cicatriz que Lord Voldemort lhe deu

Quando criança, ele só ouvia mentira
Sobre o modo como sua família morreu
Era maltratado em casa
E, nas mãos de seu primo Duda Dursley sofreu

No aniversário
Só ganhava meias de presente e roupas velhas
Do seu primo no jantar
Sentia mesmo que era mesmo diferente
Sabia que aquilo ali não era o seu lugar

Ele queria sair para brincar
E, ter pelo menos uma diversão
Mas o armário era o seu lugar
A única escolha era a solidão

Harry Potter não conhecia nada da cidade
E, a família do seu tio, nunca o aprovou
E, de baixo da escada, ele teve um sonho
De um homem dirigindo um veículo voador

Não sabia como sua vida fora salva
Por causa da magia e do amor
Numa noite, na cabana sobre as rochas
Um meio-gigante sua porta derrubou

Lá chegando, ele entrou sozinho
Ignorando a porta que acabara de derrubar
O meio-gigante tinha uma mensagem
Que endereçada a Harry, fez seu rosto brilhar
Disse a Harry sobre sua família, que em Hogwarts ele ia estudar
Hagrid, o chaveiro que dizia:
O expresso de Hogwarts você vai pegar.


Comentem o que vocês acharam e, quem sabe, possam dar ideias e me ajudar a completar a música. 

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Crítica: Marte Ataca (Mars Attacks!) - 1996




Sendo considerado um fracasso nas bilheterias, e um dos piores filmes dirigidos por Tim Burton, Marte Ataca é um trash memorável.

Começando pelo elenco de grandes estrelas, alguns que aparecem em pouquíssimas cenas e, até um verdadeiro cantor. Alguém talvez reclame do excesso de personagens, mas isso era algo essencial para o filme, segundo Tim Burton. Ele queria que vários personagens existissem, todos eles passando por seus dramas. Mas, alguns personagens, são verdadeiramente inúteis. Exemplos? Os personagens de Danny DeVitto, Natalie Portman e Jack Black. Eles aparecem em pouquíssimas cenas e, dois deles, morrem.


Os efeitos especiais para a época atual são ridículos. Na época, era o que podiam fazer e, fizeram muito bem. Uma dica: assista o filme com as vozes originais, se não você pode perder muitas piadas, que são um aspecto marcante do filme.

Com situações bizarras, como um beijo entre duas cabeças soltas, ou mortes também estranhas, como a da persoangem Glenn Close (que parece extremamente velha em uma cena) que é morta por um lustre, e a do presidente, que é morto por uma mão alienígena solta e, até um ex-lutador peso-pesado que, encara dezenas de alienígenas, o trash Marte Ataca agrada, como uma diversão que tem um final sem sentido algum.



Tabela de Informações


Data de Estréia: 13 de Dezembro de 1996
Duração: 106 Minutos
Direção: Tim Burton
Produção: Tim Burton, Larry J. Franco e Laurie Parker
Roteiro: Bob Powell, Colleen Atwood, Jonathan Gems, Lennox Brown, Norman Saunders, Peter Suschitzky, Wally Wood e Woody Gelman

Para mais informações sobre Marte Ataca, clique aqui (link em inglês).