quinta-feira, 26 de junho de 2014

3 Filmes - Geoffrey Rush

Depois de um tempo relativamente grande, consegui fazer o 3 Filmes do próximo ator. E, o da vez é um ator que já trabalhou bastante com Depp. Vencedor de 1 Oscar, 1 Globo de Ouro e 1 Emmy, o segundo ator é Geoffrey Rush!

Me tornei fã de Geoffrey Rush pelo seu trabalho em Piratas do Caribe e, isso só aumentou com O Discurso do Rei, A Melhor Oferta, A Menina que Roubava Livros. Além desses, também já vi com ele Lanterna Verde, Ned Kelly e O Caminho do Guerreiro.

sábado, 21 de junho de 2014

HQ - O Cavaleiro das Trevas #23

A HQ O Cavaleiro das Trevas 23 finalmente dá a conclusão da pequena (e inútil) saga do Cara de Barro. A HQ não demonstra grandes lutas, nem um grande roteiro, mas demonstra algumas boas aparições de personagens e, algumas citações bem interessantes.

A HQ começa nos mostrando como é fácil pro Cara de Barro fazer qualquer coisa, se usar a inteligência. Enquanto acontece uma "expedição" pela bolsa de valores de Gotham, Cara de Bairro se espreita por de baixo de um dos cofres, assumindo outra forma e gritando por ajuda. Quando as portas são abertas, ele ataca e chama seus companheiros de assalto. E, quando eles terminam o trabalho do quebra-quebra, Cara de Barro usa sua estratégia: os bandidos contratados por ele são mercenário de gangues rivais e, logo depois de eles realizarem o trabalho, Cara de Barro os mata usando, hã, espinhos de barro (?!).

terça-feira, 17 de junho de 2014

3 Filmes - Johnny Depp

Enquanto na procura de algum filme para ver, decidi começar a fazer algo nessas férias: pegarei meus atores favoritos e, assistirei 3 filmes deles. 3 filmes esses, que nunca assisti antes.

O primeiro desses atores foi Johnny Depp.

quarta-feira, 11 de junho de 2014

HQ - Batman #23

É importante saber que o capítulo todo é baseado em uma metáfora com relação a uma ocasião onde aparentemente Bruce caiu num buraco e, seu pai o ajuda, depois de algumas dificuldades. E, é por meio de uma relação metafórica, que vemos um zonzo Bruce apanhando de algumas ferramentas encontradas em sua própria casa. O interessante é que essas ferramentas deveriam ser mortais e, que Bruce, na época, já deveria ter um grande conhecimento e habilidades corporais, nos fazendo refletir como ele apanhou tanto. Talvez por causa do fogo? Talvez, mas mesmo assim não é algo fácil de entender...

Ouvimos então o relato do líder do Capuz Vermelho, que diz que a morte dos pais de Bruce o inspiro. Da onde sai uma ótima frase, dita por esse*: "No fim das contas, o que as pessoas temem é o nada, Bruce. A aleatoriedade. O centro vazio. Se você olha demais pra ele e tenta entender, acaba ficando louco. Tudo o que se pode fazer é ter medo e sobreviver. Essa é a verdade." E, é assim que ele deixa Bruce na casa prestes a desabar, mas não antes de dar dois tiros na foto dos pais de Bruce. Tiros esse que ele considerou "simétrico". 

domingo, 8 de junho de 2014

HQ - O Cavaleiro das Trevas #22

A edição 22 de O Cavaleiro das Trevas conta agora com uma arte e desenhos mais desleixados, com linhas mais firmes e figuras menos ornamentadas, diferentemente das anteriores. Com o fim da ótima saga que contava a história do Chapeleiro Louco, a HQ volta a situação normal de histórias menores e, digamos, "cotidianas" (pelo menos pro Batman).

Iniciando com a narração de um capturado Gordon, que reflete quanta desgraça Gotham já trouxe pra ele (referências da morte de seu filho, divórcio e sua filha paraplégica), a edição conta uma história simples, quando Cara de Barro captura Gordon e, usando sua aparência, mata bandidos contratado por ele mesmo. Mas, Batman chega a tempo e, não deixa a reputação de Gordon ser manchada. 

sexta-feira, 6 de junho de 2014

HQ - Batman #22

A HQ Batman 22 conta com uma capa variante sensacional (foto ao lado), que ilustra bem o objetivo dessa saga do morcego nas Novos 52, que tem o objetivo de contar a origem do Batman. 

Essa saga é uma saga bem morna, mas com alguns bons momentos. Se por parte ela conta uma história que parece não muito interessar, que destaca um grupo de bandidos conhecidos como capuz vermelho - grupo esse que se relaciona a origem do Coringa em A Piada Mortal -, a saga apresenta lindos desenhos de Greg Capullo.

Nessa HQ, o que se destaca, na minha opinião, é a parte da relação do Alfred com o Bruce, uma relação que nunca foi perfeita, mas que percebemos que evoluiu com o passar do tempo. É nessa HQ que podemos ver o Alfred dando um tapa na cara do Bruce (é sério!)! Além disso, a saga tende a mostrar como o Bruce é realmente sozinho, visto que, o tio que dá apoio a ele, na verdade, é o que quer matá-lo. E, é também nessa HQ que ele descobre isso, por meio do seu primeiro encontro com Edward Nygma, o Charada. Essa, inclusive é a melhor parte da HQ. O confronto dos dois é mostrado na frente de uma esfinge no museu, e boa parte dela é demonstrada de uma forma tanto quanto diferente, deem uma olhada:

segunda-feira, 2 de junho de 2014

IT'S A TRAP - Cultura e Humanização

  Depois de entender o conceito de cultura, sua diversidade, singularidade e individualismo, é hora de entender a relação dela com a humanização. 
  Exemplos da ficção como Tarzan, George, o rei da Floresta, Mogli, entre outros nos mostra que os seres humanos se desenvolveram mesclando sua racionalidade humana com valores e hábitos aprendidos no crescimento. Os instintos se sobressaem, por causa do contato com os animais, mas a humanidade nunca se perde.
  Sabendo disso, chega-se a conclusão que o que nos faz humano não é a natureza e, sim, a cultura, ou seja, nosso modo de criação e o local que nos circunda. Se a nossa diferença para os animais parece ser a racionalidade, a antropologia diz que tem mais: nós fazemos com que a natureza esteja nosso favor, temos consciência e, mais que tudo, desenvolvemos uma linguagem simbólica. Resumindo: não basta nascer humano, para as características humanas prevalecerem 100% é preciso ter contato com humanos, isso significa que, a formação de qualquer indivíduo está relacionado com a sua convivência com seus semelhantes. E, claro que quanto mais convivência e experiência, mais valores morais você aprende. 
  No entanto, se sabemos que para ser humanizado, a pessoa deve viver em sociedade e ter contato com outros seres iguais, o que impede uma abelha e uma formiga serem "humanizadas"? Não é tão difícil: eles não produzem cultura, não tem comunicação, aprendizado ou socialização.

IT'S A TRAP - Cultura

  O primeiro impulso científico no estudo sobre cultura veio numa época pós-expansão marítima e com o imperialismo, por causa de relatos de navegadores, que por viajarem pelo mundo, entravam em contato com outras culturas. Influenciado por Darwin, os cientistas acreditavam que a cultura era determinado por fatores geográficos e biológicos, tais como a raça e a genética. Mas, com o tempo, foi se separando o fator biológico de coisas que pessoas aprendem, até que Edward Tylor deu a seguinte definição de cultura: "Cultura é o todo complexo que inclui conhecimentos, crenças, arte, oral, leis, costumes ou qualquer outra capacidade ou hábitos adquiridos pelo homem enquanto membro de uma sociedade." Resumindo, cultura são os conhecimentos, artes, crenças em comum que as pessoas compartilham quando interagem. A partir daí, começou-se a entender a diversidade humana por um fator cultural e não biológico.

  Quando nascemos, somos colocados em um mundo de regras do que podemos ou não fazer. Quando crescemos, vamos conhecendo opiniões e gostos de outras pessoas. Então, nos identificamos ou rejeitamos tais gostos. Assim, basicamente que vamos formando nossas opiniões e, criando uma individualidade. A individualidade está relacionada a cultura pois nós conseguimos valores e opiniões pelo jeito que nós entendemos o mundo.   
   No mundo atual, a antropologia considera a cultura como um sistema, em que há um significado, simbologia e sentido. Ou seja, cada cultura é diferente da outra pois cada uma é singularizada. Por exemplo, posso gostar da mesma música que você, mas tal música tem um significado pra mim, que é diferente pra você.
  Já que cada cultura entende e interpreta o mundo de forma diferente, o papel e o objetivo da antropologia é analisar a cultura e sua diversidade na sociedade humana.

IT'S A TRAP - Ciências Humanas e as Ciências Sociais

O primeiro post sobre Sociologia faz uma análise sobre as diferenças entre Ciências Huamanas e Sociais e Ciências Naturais e Exatas.

   Sem dúvidas, um dos períodos mais positivos para o pensamento científico foi na épica entre o século XVII e XVIII, onde ocorreram várias Revoluções, como a Científica e a Industrial. Desde então, o ser humano começou a pensar em uma forma de controlar e entender os fenômenos naturais e os males do corpo humano, com um objetivo social. Foi então que foram surgindo ciências que colocavam o próprio sujeito observador em observação, ou seja, o humano que estudava estudava a si mesmo e, aos outros humanos. Com ciências como a História, Psicologia, Geografia, Linguística, as Humanas, que a sociedade começou a ser objeto de reflexão. Já as sociais, investigam as dinâmicas humanas. Sendo elas, a Antropologia, Sociologia, Ciência Política.
   No entanto, as duas podem ser "classificadas" no mesmo grupo, pois elas buscam interpretações, elas possuem subjetividade, parcialidade e multicausalidade na hora de analisar e estudar. Além disso, ambas tem como o objeto de estudo fenômenos culturais e políticos.
   O grupo rival é o grupo das Exatas. Quando se iniciou o pensamento científico e, brevemente a ciência teve mais influência que a Igreja, começou a se tratar tudo que a ciência dissesse, como um saber, superior a qualquer crença. Pois aí que está o lance das Naturais e Exatas: elas tem respostas objetivas. Elas tem respostas exatas. Não precisa de interpretação, nem do fator psicológico. Uma pessoa com mau caráter e a melhor pessoa do mundo chegam a conclusão que 2 + 2=4, diferente das Sociais, onde cada um teria uma interpretação sobre algum assunto.  Por isso, podemos afirmar que o objetivo das ciências naturais e exatas é o estudo dos fenômenos da natureza para buscar a exatidão. 
   Mas, nem sempre as duas foram separadas. Antigamente, as Ciências Humanas também buscavam a exatidão, buscavam a objetividade. Por isso, a primeira escola de pensamento sociológico, conhecida como Positivismo (fundada por Auguste Comte), foi influenciada por uma idéia de verdade absoluta. 
   Mas, logo com o tempo, foi percebendo-se que o estudo das Humanas é bem diferente do das exatas. E, assim, interpretações de diversos pensadores foram aparecendo. Afinal, nas Ciências Humanas e Sociais não é possível chegar a conclusão de algo num laboratório e, sim observando os fenômenos sociais.